O destinoSobre Buenos Aires
Buenos Aires é uma das viagens internacionais mais fáceis de fazer saindo de BH: não precisa de visto, o horário é o mesmo daqui e boa parte da cidade dá para conhecer a pé. Palermo tem os bares, os restaurantes e os parques; Recoleta, o cemitério famoso, os cafés e as ruas elegantes; San Telmo, a feira de domingo e os casarões; La Boca, o Caminito colorido; e o centro guarda o Obelisco, a Casa Rosada, o Teatro Colón e o Café Tortoni. À noite, a parrilla com Malbec e os cafés que ficam abertos até tarde.
Buenos Aires serve para casal, para grupo de amigos e para família, cabe em quatro ou cinco noites e funciona em quase qualquer época. A consultora escolhe o hotel pelo seu perfil e monta os dias conforme o que você quer: comer bem, ver museus, fazer compras ou conhecer Tigre e Colônia.
Como é a viagem
De Belo Horizonte o voo para Buenos Aires costuma ter uma conexão, em geral em São Paulo, e a viagem inteira leva de cinco a oito horas, conforme a conexão; em algumas datas há voo direto, de pouco mais de três horas, e a consultora confere para a sua semana. A cidade tem dois aeroportos: Ezeiza, o internacional, a uns 35 km do centro, de 45 minutos a uma hora de transfer; e o Aeroparque, à beira do rio, perto de Palermo, a uns 15 a 25 minutos dos hotéis. Dependendo do voo, a chegada é por Ezeiza ou pelo Aeroparque, e a consultora confere qual é o da sua data. Quatro noites funcionam bem: três dias cheios, um pelo centro com Casa Rosada e Teatro Colón, um da Recoleta e de Palermo e um de San Telmo e La Boca; o bate-volta a Tigre ou a Colônia do Sacramento entra com cinco noites, ou no lugar de um desses dias. Com cinco também sobra espaço para compras, museus ou um dia de campo numa estância. Não precisa de carro: táxi e aplicativo resolvem bem, o metrô (o Subte) liga os bairros principais e muita coisa se faz a pé.
A cidade, de perto
- Palermo: o bairro dos bares, dos restaurantes e das lojas, com as partes mais conhecidas no Soho (as ruas arborizadas com cafés e lojas de design) e no Hollywood (os restaurantes e a noite); tem os Bosques de Palermo, o Jardim Japonês e o Planetário. É a base de boa parte dos nossos pacotes.
- Recoleta: o bairro elegante, com o Cemitério da Recoleta (o túmulo de Evita), a Floralis Genérica, a Avenida Alvear, os cafés e os museus; a uns 3 km do centro, dá para ir a pé ou de táxi.
- Centro e Microcentro: a Praça de Maio com a Casa Rosada e a Catedral, a Avenida 9 de Julho com o Obelisco, o Teatro Colón, a Rua Florida e o Café Tortoni, o mais antigo da cidade.
- San Telmo: as ruas de pedra, os casarões, os antiquários e, no domingo, a feira da Praça Dorrego e da Rua Defensa, com artistas de rua; o Mercado de San Telmo vale a visita em qualquer dia.
- La Boca: o Caminito, as casas de chapa coloridas, os pintores e a Bombonera, o estádio do Boca Juniors; passeio de dia, dentro da área turística.
- Puerto Madero: os antigos armazéns do porto que viraram restaurantes, a Ponte da Mulher e a reserva ecológica; bom para o almoço e para o fim de tarde à beira d’água.
Passeios que valem
- Cafés e livrarias: a merienda da tarde, com café e medialunas, no Café Tortoni, no Las Violetas, com os vitrais, ou no Bar Británico, em San Telmo; e a livraria El Ateneo Grand Splendid, num antigo teatro, que vale a visita mesmo sem comprar nada.
- Tigre e o Delta: a uma hora de trem ou de carro, a cidade à beira do rio com o passeio de barco pelos canais do delta do Paraná, o Porto de Frutos e os clubes de remo; de meio dia a um dia inteiro.
- Colônia do Sacramento: do outro lado do Rio da Prata, no Uruguai, a pouco mais de uma hora de balsa; a cidade colonial com ruas de pedra, farol e pôr do sol; dia inteiro, com o documento na mão.
- Dia de campo numa estância: a uma hora e meia da cidade, o asado, os gaúchos, o passeio a cavalo e as danças; dia inteiro, bom para família.
- Teatro Colón: a visita guiada por um dos teatros mais bonitos do mundo, ou um concerto à noite, quando a agenda permite.
- Futebol: a Bombonera e o Monumental têm visita guiada com museu; jogo em dia de clássico é mais difícil de conseguir, e a consultora explica como funciona.
Onde ficar
Em Palermo ficam os hotéis que mais indicamos para casal e grupo de amigos: restaurantes e bares a pé, parques do lado e o Aeroparque a poucos minutos. Na Recoleta, os hotéis clássicos e elegantes, para quem quer ficar entre cafés e museus. No centro, na região da Avenida 9 de Julho e da Rua Florida, os hotéis de rede com boa localização, ao lado de tudo o que é histórico e do metrô; é a escolha de quem quer o histórico a pé. Os hotéis que nossos clientes mais escolhem aparecem nas saídas com data marcada aqui embaixo, com fotos e descrição.
Comer e beber
A parrilla: bife de chorizo, ojo de bife, o asado completo com chorizo e provoleta. As empanadas de carne cortada à faca, a milanesa à napolitana, a pizza portenha de massa alta e o choripán de rua. De sobremesa, doce de leite em tudo, alfajor, o sorvete, que os portenhos levam a sério, e, no café da manhã, as medialunas. Para beber, o Malbec de Mendoza, o Fernet com Coca e o mate, que os portenhos levam para o parque.
Quando ir
Buenos Aires tem as quatro estações. A primavera (setembro a novembro) e o outono (março a maio) são as melhores épocas: dias amenos, os jacarandás floridos em novembro e a cidade sem o calor do verão. De dezembro a fevereiro faz calor, com janeiro perto dos 30 graus, e muitos portenhos saem de férias. De junho a agosto é inverno: frio úmido, de 5 a 15 graus, que parece mais frio do que o termômetro mostra, bom para quem gosta de casaco e café; julho enche com as férias escolares dos dois países.
Antes de ir
- Documento: brasileiro entra na Argentina sem visto, com passaporte válido ou com RG (ou a nova CIN) em bom estado e com menos de dez anos de emissão; CNH não vale. Criança que viaja sem um dos pais, ou sem os dois, precisa de autorização; a consultora orienta. Para Colônia, no Uruguai, vale a mesma regra; leve o original.
- Dinheiro: o peso argentino. Cartão de crédito e de débito passam em hotéis, lojas e na maioria dos restaurantes; para feiras, táxis, gorjetas e comércio pequeno, troque um pouco de real ou dólar em casa de câmbio oficial. A consultora explica o que está valendo na sua semana.
- Fuso e tomada: o horário é o mesmo de Brasília. A tomada é diferente da brasileira e a rede é de 220 V; leve adaptador e confira se o carregador é bivolt.
- Celular e bolsa: como em qualquer cidade grande, atenção com o celular na rua, principalmente em La Boca fora da área turística e no centro à noite.
- Roupa: no inverno, casaco de verdade; na primavera e no outono, uma blusa para a noite. Sapato confortável, porque em Buenos Aires se caminha muito.
O que a Oito resolve para você
- O voo de Belo Horizonte: a gente procura o direto quando tem, a conexão e o horário que casam melhor com a diária do hotel.
- Hotel escolhido pelo perfil: em Palermo para casal e amigos, na Recoleta para quem quer elegância, no centro para quem quer história e bom preço.
- Tigre, Colônia e estância nos dias que fazem sentido com o resto do roteiro.
- Transfer e passeios reservados com quem a gente já conhece por lá.
- Acompanhamento durante a viagem, com gente que atende quando o voo muda.
Perguntas frequentes
Tem voo direto de Belo Horizonte?
Em algumas datas, com pouco mais de três horas de voo; na maioria o voo faz uma conexão em São Paulo e a viagem leva de cinco a oito horas, conforme a conexão. Na loja a gente olha as opções das suas datas.
Que documento precisa?
Brasileiro não precisa de visto; entra com passaporte válido ou com RG (ou CIN) em bom estado e com menos de dez anos de emissão. CNH não vale.
Quantas noites ficar?
Quatro noites dão conta do centro, da Recoleta e de Palermo e de San Telmo e La Boca; com cinco entra o bate-volta a Tigre ou a Colônia, ou um dia de compras, museus ou estância. Com três dá para ver o essencial.
Buenos Aires ou Santiago?
Buenos Aires tem mais bairro, comida, história e noite; Santiago é a base para a neve e as vinícolas. São viagens diferentes, e muita gente faz as duas.
É bom para ir com criança?
É: os parques de Palermo, o Jardim Japonês, o passeio de barco em Tigre, o dia de campo na estância e as sorveterias. A consultora procura hotel com quarto em que caiba a família toda e com café da manhã.