O destinoSobre Santiago
Santiago é uma das capitais mais perto da neve para quem sai do Brasil: em uma hora e meia a duas de carro do hotel se chega a Farellones e a Valle Nevado, e no inverno, nos dias limpos, a cidade aparece com a cordilheira branca ao fundo. Fora da neve, a viagem rende o ano todo: as vinícolas do Vale do Maipo e de Casablanca, o Cajón del Maipo, Valparaíso com os morros coloridos e os elevadores, Viña del Mar na praia, e na cidade o Cerro San Cristóbal, o Sky Costanera, o Mercado Central e os bairros de Lastarria e Bellavista.
Santiago é uma viagem internacional fácil de fazer: voo curto, sem visto, cartão aceito em quase tudo e passeio para todo perfil, do casal que quer vinho à família que quer ver neve pela primeira vez. A consultora escolhe o hotel pelo seu perfil e monta os dias conforme a época.
Como é a viagem
De Belo Horizonte o voo para Santiago costuma ter uma conexão, quase sempre em São Paulo, e a viagem inteira leva de sete a nove horas; em algumas datas há voo direto, e a consultora confere para a sua semana. O aeroporto fica em Pudahuel, a uns 20 km do centro e de Providencia, de 30 a 45 minutos de transfer. Cinco noites funcionam bem: um dia de cidade com o Cerro San Cristóbal, o centro e Lastarria, um dia de neve em Valle Nevado ou Farellones (no inverno) ou de Cajón del Maipo, um dia de vinícola e um dia em Valparaíso e Viña del Mar; com quatro noites, a cidade e uma vinícola de meio dia ficam no mesmo dia. Não precisa de carro: a maioria dos passeios busca no hotel e o metrô de Santiago é limpo e fácil de usar.
Santiago, de perto
- Providencia: o bairro dos hotéis, com restaurantes e o metrô na porta; é a base de boa parte dos nossos pacotes.
- Las Condes: mais ao leste, o bairro moderno, com shoppings, hotéis maiores e a vista da cordilheira; um pouco mais longe do centro.
- Centro histórico: a Plaza de Armas, o Palácio de La Moneda, a Catedral e o Mercado Central, com o peixe e o marisco do almoço.
- Lastarria e Bellavista: os bairros de bares, cafés e restaurantes; em Bellavista fica La Chascona, a casa de Pablo Neruda, e o acesso ao Cerro San Cristóbal.
- Cerro San Cristóbal: o funicular (e o teleférico, quando está funcionando) até o mirante com a cidade e a cordilheira inteira; melhor em dia limpo, de manhã.
- Sky Costanera: o mirante no topo da torre mais alta da América do Sul, com a vista de 360 graus; vale ao fim da tarde.
Passeios que valem
- Valle Nevado e Farellones: a neve a uma hora e meia a duas do hotel; a temporada costuma ir de meados de junho a setembro, com mais neve em julho e agosto. Dá para brincar na neve, descer de trenó ou de boia (tubing), e quem quer esquiar faz aula. Fora do inverno a estrada vira passeio de mirante e cordilheira.
- Cajón del Maipo: o vale da cordilheira a sudeste da cidade, com San José de Maipo e o almoço de montanha o ano todo; de primavera a outono, o reservatório El Yeso de água azul e as termas, que no inverno fecham com a neve. Passeio de dia inteiro.
- Vinícolas: Concha y Toro, em Pirque, no Vale do Maipo, a mais famosa; Casablanca, no caminho de Valparaíso, para os brancos; Santa Rita e Undurraga, com casarões e parques. Há visitas com degustação, de meio dia ou dia inteiro.
- Valparaíso e Viña del Mar: a uma hora e meia de carro, o porto com os morros coloridos, os elevadores antigos e La Sebastiana, outra casa de Neruda; depois Viña, com o relógio de flores e a orla. Dia inteiro, com parada para almoçar no porto.
- City tour: o centro, La Moneda, o Mercado Central, o Cerro Santa Lucía e o San Cristóbal num dia só.
- Noite: os bares de Bellavista e Lastarria, os restaurantes de Providencia e um pisco sour no fim do dia.
Onde ficar
Em Providencia ficam os hotéis que mais indicamos: metrô, restaurantes a pé e os passeios saindo da porta; serve para casal, família e grupo. Em Las Condes, hotéis maiores e mais novos, com a cordilheira na janela, para quem prefere bairro moderno. No centro, hotéis mais simples, perto da Plaza de Armas, para quem quer andar pela história. Os hotéis que nossos clientes mais escolhem aparecem nas saídas com data marcada aqui embaixo, com fotos e descrição.
Comer e beber
Empanada de pino, pastel de choclo, o completo (o cachorro-quente chileno com abacate), a cazuela e o lomo a lo pobre. No Mercado Central, o peixe e o marisco: congrio, machas e a paila marina. O vinho chileno em toda mesa, o pisco sour para começar a noite e, no inverno, o chocolate quente na neve.
Quando ir
Santiago tem as quatro estações bem marcadas. De junho a agosto é inverno e a época da neve: frio, alguns dias de chuva na cidade (que é o que traz neve para a montanha) e as estações de esqui abertas até setembro, com julho lotado pelas férias. De setembro a novembro é primavera, com a cordilheira ainda branca no começo e a cidade florida. De dezembro a fevereiro é verão, quente e seco, bom para Valparaíso, Viña e as vinícolas. Março a maio é o outono: a vindima vai até abril e a cidade fica com menos gente.
Antes de ir
- Documento: brasileiro entra no Chile sem visto, com passaporte válido ou com RG (ou a nova CIN) em bom estado e com menos de dez anos de emissão; CNH não vale. Criança viajando sem os dois pais precisa de autorização. Leve o documento original, não a cópia.
- Frio: no inverno as manhãs chegam perto de 0 grau e as tardes a uns 15, e na neve faz bem menos; casaco, luva, gorro e calçado fechado. Na neve, óculos escuros e protetor solar, que o sol reflete.
- Altitude e estrada: Valle Nevado fica a uns 3.000 metros, então vá com calma e beba água; a estrada tem muitas curvas, e quem enjoa toma o remédio antes. Em dia de nevasca a estrada pode fechar ou exigir correntes, e o passeio muda de data ou de rota.
- Dinheiro: o peso chileno; cartão passa em quase tudo, mas vale levar um pouco em espécie para feiras, táxis e gorjetas. Troque pouco no aeroporto e mais na cidade.
- Fuso: de abril ao começo de setembro o Chile fica uma hora atrás de Brasília; no resto do ano o horário é o mesmo. Confira o relógio no voo de volta.
O que a Oito resolve para você
- O voo de Belo Horizonte: a gente procura o direto quando tem, a conexão e o horário que casam melhor com a diária do hotel.
- Hotel escolhido pelo perfil: em Providencia para casal ou família, em Las Condes para quem quer bairro moderno, no centro para quem quer história.
- Neve, vinícola e Valparaíso nos dias que aproveitam o tempo e a previsão.
- Transfer e passeios reservados com quem a gente já conhece por lá.
- Acompanhamento durante a viagem, com gente que atende quando o voo muda.
Perguntas frequentes
Tem voo direto de Belo Horizonte?
Em algumas datas; na maioria o voo faz uma conexão, quase sempre em São Paulo, e a viagem leva de sete a nove horas. Na loja a gente olha as opções das suas datas.
Que documento precisa para entrar no Chile?
Brasileiro não precisa de visto; entra com passaporte válido ou com RG (ou CIN) em bom estado e com menos de dez anos de emissão. CNH não vale.
Quando tem neve?
A temporada costuma ir de meados de junho a setembro, e julho e agosto costumam ter mais neve; depende do ano. Fora dessa época a cordilheira fica branca só nos picos, e os passeios de montanha continuam valendo pela paisagem.
Quantos dias ficar?
Cinco noites dão conta da cidade, da neve ou do Cajón del Maipo, de uma vinícola e de Valparaíso sem correria; com quatro dá, juntando a cidade com uma vinícola de meio dia.
É bom para ir com criança?
É: a neve é a lembrança da viagem para muita criança, o Cerro San Cristóbal tem o funicular, Valparaíso tem os elevadores e os hotéis de Providencia ficam perto de tudo. A consultora procura hotel com quarto que caiba a família e café da manhã.