O destinoSobre Paris
Paris é o destino da Europa que a gente mais vende, e a porta de entrada de boa parte das primeiras viagens para lá: Torre Eiffel, Louvre, Notre-Dame, o Sena com as pontes, Montmartre lá no alto e os bairros de café na calçada, padaria na esquina e metrô para tudo. Em cinco noites dá para ver o essencial, com Versalhes; em uma semana entram o Museu d'Orsay com calma, as compras e a Disneyland.
Paris é o destino europeu que mais vendemos desde 2014 e quase sempre é o começo de uma viagem maior: Paris com Londres, com Roma, com Lisboa ou com Barcelona, de trem ou de avião. É aí que a consultora faz diferença, porque a ordem das cidades muda o preço do aéreo e o tempo gasto em deslocamento. Ela escolhe o hotel pelo seu perfil, no bairro certo, e monta os dias conforme o que você quer: museus, compras, comida ou um pouco de cada.
Como é a viagem
De Belo Horizonte o voo para Paris faz uma conexão, na maioria das datas em São Paulo, de onde o trecho sem escalas até Paris leva cerca de onze horas e meia; em outras, a conexão é em Lisboa, no Rio ou em outra cidade da Europa, e a viagem inteira fica entre quatorze e vinte horas, conforme a espera na conexão. A consultora confere a combinação que casa melhor com a sua data e com as outras cidades do roteiro. A chegada costuma ser por Charles de Gaulle, a uns 25 km a nordeste, de 45 minutos a uma hora e meia de transfer até os hotéis, conforme o trânsito; alguns voos chegam por Orly, ao sul, mais perto. Cinco noites dão conta: um dia de Torre Eiffel e Sena, um de Louvre e Jardim das Tulherias, um de Notre-Dame, Sainte-Chapelle e Quartier Latin, um de Montmartre e Marais, e um para Versalhes; com sete, entram o Museu d’Orsay com calma, as compras e a Disneyland. Não precisa de carro: o metrô leva a quase tudo, e muita coisa se faz a pé.
A cidade, de perto
- Torre Eiffel e o Sena: a torre, com o Trocadéro na frente para a foto e o Campo de Marte atrás; o passeio de barco pelo Sena, de dia ou à noite, passando pelas pontes, o Louvre, Notre-Dame e a Île de la Cité. A subida na torre tem fila: vale comprar o ingresso com hora marcada antes de viajar.
- Louvre e o centro: o museu mais visitado do mundo, com a Mona Lisa e a Vênus de Milo; meio dia dá para o essencial, e a pirâmide vale a foto mesmo para quem não entra. Em volta, o Jardim das Tulherias, a Place de la Concorde e a Champs-Élysées até o Arco do Triunfo.
- Île de la Cité e Quartier Latin: a Notre-Dame, reaberta em dezembro de 2024 depois do incêndio, de entrada gratuita, e a reserva de horário, também gratuita, ajuda a evitar fila; a Sainte-Chapelle, com os vitrais que são dos mais bonitos da Europa; e, atravessando a ponte, o Quartier Latin, com a Sorbonne e o Panteão, e logo ao lado o Jardim de Luxemburgo e as ruas de restaurantes.
- Montmartre: o bairro no alto da colina, com a basílica do Sacré-Cœur, a vista da cidade, a Place du Tertre com os pintores e as ruas de escada; vá de manhã cedo ou no fim da tarde.
- Marais e Saint-Germain: o Marais com as ruas de pedra, a Place des Vosges, as lojas e os cafés; Saint-Germain-des-Prés, na margem esquerda, com as livrarias, o Café de Flore e as galerias. São bairros bons para andar sem programação.
- Museu d’Orsay e Orangerie: na antiga estação de trem, os impressionistas, Monet, Renoir, Van Gogh; a Orangerie, nas Tulherias, tem as Ninfeias de Monet em salas ovais. Juntos, um dia de museus.
- Capela da Medalha Milagrosa: na Rue du Bac, perto do Bon Marché, a capela das aparições de Nossa Senhora a Santa Catarina Labouré, em 1830, que recebe peregrinos do mundo inteiro; muito cliente nosso faz questão de passar lá.
Passeios que valem
- Versalhes: o palácio de Luís XIV, com a Galeria dos Espelhos, os jardins e o Trianon, a uns 40 minutos de trem do centro; dia inteiro, com ingresso de hora marcada, e o palácio fecha na segunda; de abril a outubro, nos fins de semana e em alguns dias da semana, tem os jogos de água nos jardins.
- Disneyland Paris: a 45 minutos de trem, os dois parques, o Disneyland Park e o Disney Adventure World, o antigo Walt Disney Studios, reaberto com esse nome em 2026; um dia para quem vai com criança, ou dois para fazer os dois parques.
- Giverny: a casa e os jardins de Monet, com a ponte japonesa e o lago das ninfeias, a pouco mais de uma hora de Paris, de trem até Vernon e ônibus; abre de abril ao começo de novembro, e com a ida e a volta é quase um dia inteiro.
- Champagne: Reims, a 45 minutos de TGV, com a catedral da coroação dos reis e as caves das casas de champanhe; Épernay fica a meia hora de Reims, de trem ou de carro. Dia inteiro.
- Mont Saint-Michel: a abadia na ilha, a umas quatro horas e meia de Paris, de trem e ônibus; é bate-volta longo, que a gente só indica para quem tem dia sobrando, ou como parada numa viagem pela Normandia.
- Compras: as Galeries Lafayette e o Printemps, no Boulevard Haussmann, com a cúpula e o terraço com vista; a Champs-Élysées e a Avenida Montaigne para as marcas; o Marais e Saint-Germain para as lojas menores. Para compras acima de 100 euros na mesma loja e no mesmo dia, peça o formulário de reembolso do imposto e valide no aeroporto na saída da Europa, no último país do roteiro.
Onde ficar
Paris é dividida em vinte arrondissements, numerados em espiral a partir do centro, e o número diz muito sobre o lugar. Os hotéis que mais indicamos ficam no centro e nos arredores: perto da Torre Eiffel e do Trocadéro, no 7º, no 16º e no pedaço do 15º colado ao Campo de Marte, bairros tranquilos, com a torre a pé e metrô para o resto; na Ópera e nos Grands Boulevards, no 9º, perto das galerias e com muitas linhas de metrô, bom para quem quer compras e andar à noite; no Quartier Latin e em Saint-Germain, nos 5º e 6º, para quem quer a Paris dos cafés e das livrarias. Os quartos de Paris são pequenos, mesmo em hotel bom, e a consultora avisa isso antes. Os hotéis que nossos clientes mais escolhem aparecem nas saídas com data marcada aqui embaixo, com fotos e descrição.
Comer e beber
O croissant e o pão da padaria da esquina, no café da manhã; o almoço com o menu do dia nos bistrôs, que sai mais em conta que o jantar; o steak frites, o boeuf bourguignon, a sopa de cebola, o confit de pato e os queijos; o crepe de rua em Montmartre; o macaron e as tortas das confeitarias; e o vinho da casa, que em bistrô de bairro costuma ser bom e em conta. Os restaurantes abrem para o jantar por volta das sete e meia e a cozinha fecha mais cedo que em BH, perto das dez; o almoço vai até umas duas e meia. Vale reservar nos mais procurados.
Quando ir
A primavera (abril a junho) e o outono (setembro e outubro) são as melhores épocas: dias amenos, dias longos na primavera, folhas no outono e menos fila que no verão. No verão (julho e agosto) faz calor, a cidade enche de turista e boa parte dos parisienses viaja em agosto, com restaurante de bairro fechado. De novembro a março faz frio, com mínimas perto de zero em janeiro, e no auge do inverno escurece às cinco da tarde; mas dezembro tem as luzes de Natal nas Champs-Élysées e as vitrines das galerias, e as diárias costumam ser mais baixas de janeiro a março.
Antes de ir
- Documento: brasileiro entra na França sem visto, para turismo, por até 90 dias em cada 180 no espaço Schengen, com passaporte emitido há menos de dez anos e válido por pelo menos três meses depois da data de saída da Europa. Na fronteira podem pedir a passagem de volta, o comprovante de hospedagem e o seguro viagem; desde abril de 2026 a entrada e a saída são registradas com foto e digitais no controle de passaporte (o sistema EES), sem cadastro antes, e a fila na imigração pode demorar mais. O ETIAS, a autorização eletrônica que vai ser pedida pela internet antes da viagem, tem início previsto para o fim de 2026; a consultora confirma a regra da sua data.
- Seguro viagem: é obrigatório, com cobertura mínima de 30 mil euros em despesas médicas, e pode ser pedido na fronteira; a consultora cota junto com a viagem.
- Dias fechados: o Louvre e a Orangerie fecham na terça; o Orsay e Versalhes, na segunda. Louvre, Orsay, Versalhes e a subida na torre pedem ingresso com hora marcada.
- Dinheiro: o euro. Cartão passa em quase tudo, até na padaria; leve um pouco em espécie para mercado de rua e gorjeta, que não é obrigatória.
- Fuso e tomada: Paris está quatro horas à frente de Brasília de fim de outubro a fim de março, e cinco no horário de verão europeu, de fim de março a fim de outubro. A tomada tem dois pinos redondos com um pino de terra saindo da própria tomada, e a rede é de 230 V, enquanto em BH é 127 V: carregador de celular e notebook costumam ser bivolt e funcionam, mas secador e chapinha só 127 V queimam, confira a etiqueta. Plugue brasileiro de dois pinos finos encaixa; o de três pinos precisa de adaptador.
- Transporte: o metrô funciona das cinco e meia da manhã até por volta de uma da manhã, e até umas duas na sexta e no sábado; o cartão Navigo Easy ou o bilhete no celular resolvem. Para o aeroporto e para a volta à noite, táxi ou aplicativo.
- Celular e bolsa: como em qualquer cidade grande, atenção com o celular no metrô e nos pontos cheios, principalmente perto da Torre Eiffel e em Montmartre; bolsa fechada e na frente.
- Roupa: sapato confortável, porque em Paris se anda muito; casaco de verdade de novembro a março, e uma blusa para a noite mesmo no verão.
O que a Oito resolve para você
- O voo de Belo Horizonte: a conexão e o horário que casam melhor com a sua data, com o hotel e com as outras cidades do roteiro.
- A ordem das cidades, quando a viagem segue para Londres, Roma, Lisboa ou Barcelona, porque isso muda o preço do aéreo e o tempo de deslocamento.
- Hotel escolhido pelo perfil: perto da Torre Eiffel para quem vai pela primeira vez, na Ópera para quem quer compras e metrô, no Quartier Latin para quem quer a Paris dos cafés.
- Transfer e passeios reservados com quem a gente já conhece por lá.
- Acompanhamento durante a viagem, com gente que atende quando o voo muda.
Perguntas frequentes
Tem voo direto de Belo Horizonte?
Não; o voo faz uma conexão, na maioria das datas em São Paulo, e a viagem inteira leva de quatorze a vinte horas, conforme a conexão. Na loja a gente olha as opções das suas datas.
Precisa de visto?
Não, para turismo de até 90 dias. Precisa de passaporte emitido há menos de dez anos e válido por três meses depois da saída da Europa; o seguro viagem com cobertura de 30 mil euros é obrigatório. O ETIAS está previsto para o fim de 2026; a consultora confirma a regra na sua data.
Quantas noites ficar?
Cinco noites dão conta do essencial com Versalhes; com sete entram o Orsay com calma, as compras e a Disneyland. Com quatro dá para ver o principal, sem bate-volta.
Paris com que outra cidade?
Londres, a duas horas e pouco de trem; Amsterdã, a umas três horas e meia de trem; Barcelona, Roma e Lisboa, de avião, entre uma hora e meia e duas horas e meia. A consultora compara a ordem das cidades para achar a combinação melhor de preço e deslocamento.
É bom para ir com criança?
É: a Disneyland, o passeio de barco no Sena, a subida na Torre Eiffel, o Jardim de Luxemburgo com os barquinhos e os crepes de rua. Museu, em dose pequena. A consultora procura hotel com quarto em que caiba a família toda, o que em Paris exige atenção.
Qual a melhor época?
Abril a junho e setembro a outubro. Dezembro para as luzes de Natal, com frio; janeiro a março para diárias mais baixas; julho e agosto são os meses mais cheios.