Pacote Montevidéu saindo de BH: como é a viagem
A Azul voa direto de Confins para Montevidéu duas vezes por semana, às quartas e aos domingos, com três horas e dez de voo. Nos outros dias, há opções com uma conexão, normalmente em São Paulo ou Campinas. O fuso é o mesmo de Brasília, e o aeroporto de Carrasco fica a trinta ou quarenta minutos do centro. Com o voo direto nos dois trechos, as medidas que funcionam são quatro noites, de quarta a domingo, para Montevidéu com um dia em Colonia, ou sete, de quarta a quarta ou de domingo a domingo, para incluir Punta del Este e as vinícolas.
Montevidéu, de perto
Cidade Velha: a Praça Independência, com o Palácio Salvo, o Teatro Solís, que tem visita guiada, e a porta da antiga muralha; dela sai a rua Sarandí, de pedestres, até a Praça Matriz, com a Catedral Metropolitana. É o melhor lugar para começar.
Mercado del Puerto: o antigo mercado de ferro do porto, hoje tomado por parrillas, com a carne e as linguiças assadas na lenha. Vale ir na hora do almoço e pedir o medio y medio, a mistura de espumante e vinho branco seco.
Rambla, Pocitos e Punta Carretas: para caminhar ou pedalar no fim da tarde, as praias urbanas de Pocitos, o farol de Punta Carretas e o letreiro de Montevidéu, na praia de Pocitos.
Prado e Carrasco: o Prado, com o roseiral e as casas antigas, e Carrasco, bairro residencial de casas grandes perto do aeroporto. Aos domingos, a feira de Tristán Narvaja, de antiguidades e livros usados, no bairro Cordón.
Colonia, Punta del Este e as vinícolas
Colonia del Sacramento: fundada pelos portugueses em 1680, tem o bairro histórico reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco, com ruas de pedra, casas coloniais, o farol e a Basílica do Santíssimo Sacramento, a igreja mais antiga do Uruguai, reconstruída sobre a original. Fica a umas duas horas e meia de Montevidéu: dá para ir e voltar no mesmo dia, mas dormir uma noite deixa ver o pôr do sol no rio.
Punta del Este: a umas duas horas de Montevidéu, com a escultura da mão na praia Brava, o porto, a ilha de Lobos ao longe e, no caminho, a Casapueblo, a casa-museu branca de Carlos Páez Vilaró em Punta Ballena. Mais adiante, José Ignacio, o vilarejo de praia mais badalado da região. Na temporada de janeiro, Punta lota; fora dela, é tranquila.
Vinícolas: o Uruguai é o país da uva tannat, e há vinícolas na região de Canelones, perto de Montevidéu, com visita guiada e degustação; algumas servem almoço, com reserva antecipada.
Onde ficar
Em Montevidéu, o bairro escolhe o tipo de viagem. Pocitos e Punta Carretas, à beira da Rambla, têm restaurantes, cafés e a orla para caminhar; é onde fica a maioria dos hotéis que indicamos, como o Pocitos Plaza e o Mercure Punta Carretas. Perto da Cidade Velha e da Praça Independência, o Radisson Victoria Plaza deixa os pontos históricos a poucos passos. Também já incluímos o Own Montevideo e o Crystal Tower em viagens de clientes.
Comer e beber
A parrilla é a estrela: o assado de tira, o vazio, as linguiças e as morcillas, com chimichurri. O chivito, o sanduíche de filé com presunto, queijo e ovo, é o prato nacional. O doce de leite aparece em tudo, e o mate está na mão dos uruguaios na rua o dia inteiro. Para beber, o tannat e o medio y medio. Turista estrangeiro pagando restaurante com cartão tem desconto de imposto, e a hospedagem de não residente não paga o imposto; a consultora confirma as regras que valem na data da sua viagem.
Quando ir
O verão, de dezembro a março, é a época de praia e de Punta del Este, com dias longos e calor de quase trinta graus; janeiro é o mês mais cheio. A primavera, de setembro a novembro, e o outono, de abril a maio, têm temperatura agradável para andar pela cidade e são a melhor época para Montevidéu e Colonia. O inverno, de junho a agosto, é frio e com vento do rio, perto de dez graus, bom para vinho e parrilla. O Carnaval de Montevidéu é dos mais longos do mundo, com quase quarenta dias de desfiles e espetáculos de murga e candombe entre janeiro e março.
Antes de ir
Brasileiro não precisa de passaporte para o Uruguai: entra com o RG em bom estado, com a nova Carteira de Identidade Nacional ou com o passaporte válido, sempre o documento físico: a versão digital no celular não é aceita, e a CNH também não. Menor de 18 anos viajando sem um dos pais ou sem os dois precisa de autorização de quem não vai; a consultora confere os documentos antes do embarque. O seguro viagem não é exigido na entrada, mas recomendamos sempre. A moeda é o peso uruguaio, e o dólar também é aceito em muitos lugares; cartão é bem aceito, mas vale ter alguns pesos para lugares pequenos. A voltagem é 230V, diferente dos 127V de BH: confira se o carregador é bivolt. Há tomadas de dois pinos redondos, que aceitam o plugue brasileiro, e de três pinos chatos, então vale levar um adaptador.
O que a Oito resolve para você
O aéreo saindo de Confins, no voo direto quando a data permite; o hotel no bairro que combina com a sua viagem; o transfer do aeroporto; o passeio a Colonia, a Punta del Este e às vinícolas, com ou sem guia; e, se a ideia é juntar Buenos Aires, o barco pelo rio da Prata e a ordem das cidades. Você fala com uma consultora só, do orçamento até a volta, e, se precisar de alguma coisa durante a viagem, é só chamar pelo WhatsApp.
Perguntas frequentes
Tem voo direto de Belo Horizonte para Montevidéu?
Tem. A Azul voa direto de Confins às quartas e aos domingos, em pouco mais de três horas. Nos outros dias, há opções com uma conexão.
Precisa de passaporte para o Uruguai?
Não. O RG em bom estado ou a Carteira de Identidade Nacional, físicos, bastam. A CNH e o documento digital no celular não servem.
Quantos dias ficar em Montevidéu?
Quatro noites, de quarta a domingo no voo direto, dão conta da cidade e de um dia em Colonia del Sacramento. Com sete, dá para incluir Punta del Este e as vinícolas.
Dá para juntar Montevidéu e Punta del Este?
Dá. As duas ficam a umas duas horas de distância, e a consultora monta o transfer entre elas.
Qual a melhor época para ir?
Para praia e Punta del Este, de dezembro a março. Para a cidade, Colonia e as vinícolas, a primavera e o outono são as épocas mais agradáveis.