Como é a viagem
De Confins não há voo direto para a Itália: a viagem tem uma conexão, normalmente em São Paulo, de onde a LATAM voa direto para Roma e para Milão, ou em Lisboa, pela TAP. Somando a conexão, a ida fica entre quatorze e dezoito horas. O jeito mais prático é chegar por uma cidade e voltar pela outra: entrar por Milão e sair por Roma, ou o contrário, sem precisar refazer o caminho. Dez noites é a medida mais comum para a primeira viagem: quatro em Roma, três em Florença e três em Veneza; com doze, entra Milão ou um dia a mais na Toscana. Quem termina em Veneza volta com conexão na Europa ou vai de trem até Milão e embarca de lá; a consultora compara o que sai melhor. Entre as cidades o trem rápido leva cerca de uma hora e meia de Roma a Florença, duas horas de Florença a Veneza e duas horas e meia de Veneza a Milão. As datas com preço fechado estão logo abaixo, nas saídas.
Roma, de perto
Coliseu, Fórum e Palatino: o coração da Roma antiga, num ingresso só, com hora marcada e nome do visitante. Os ingressos abrem cerca de um mês antes e esgotam rápido, por isso a consultora fica de olho na abertura e reserva assim que liberam. Meio dia, de preferência com guia.
Vaticano: os Museus Vaticanos, com a Capela Sistina, pedem reserva com antecedência; a Basílica de São Pedro tem entrada gratuita e fila de segurança, e quem tem fôlego sobe à cúpula. A audiência geral do Papa costuma ser às quartas de manhã, conforme a agenda, na Praça de São Pedro ou, no inverno, na Sala Paulo VI. O Vaticano pede o dia inteiro.
O centro histórico: a Fontana di Trevi, a Praça Navona, o Panteão, a Escadaria da Espanha e o Campo de’ Fiori dá para fazer a pé. A área junto da Fontana di Trevi passou a cobrar ingresso dos turistas em 2026 (da praça a vista continua livre), e o Panteão também cobra entrada.
Trastevere: o bairro do outro lado do rio, de ruas de pedra e roupa no varal, onde ficam as trattorias. É o lugar do jantar.
Florença e a Toscana
Florença: o Duomo, com a cúpula de Brunelleschi, a Galeria Uffizi, a Galleria dell’Accademia com o Davi, a Ponte Vecchio e o pôr do sol na Piazzale Michelangelo. O centro é pequeno e se faz a pé; os museus e a subida da cúpula pedem horário reservado. Três noites dão conta da cidade com um dia na Toscana.
Toscana: Siena, San Gimignano, as vinícolas do Chianti e Pisa, com a torre inclinada, a uma hora de Florença. O dia de vinícola vai melhor com guia e transporte, para ninguém precisar dirigir.
Veneza e o norte
Veneza: a Praça de São Marcos com a basílica, o Palácio Ducal, a Ponte de Rialto, o passeio de gôndola e os vaporettos pelo Grande Canal, mais as ilhas de Murano e Burano. Em datas marcadas entre o fim de março e meados de agosto, quem vai a Veneza só para passar o dia paga uma taxa de acesso; quem se hospeda no município, Mestre incluída, fica isento, com o registro que o hotel orienta. A consultora confere as regras da sua data. Dormir em Veneza, e não em Mestre, faz diferença: a cidade fica outra à noite.
Milão: a catedral, o Duomo, com o terraço no telhado, a Galleria Vittorio Emanuele, o Castello Sforzesco e a Santa Ceia de Leonardo da Vinci, que só se vê com reserva feita com bastante antecedência. Duas noites bastam, e dela saem os passeios ao Lago de Como.
Passeios que valem
Costa Amalfitana: Positano, Amalfi e Ravello penduradas nas falésias, com Capri do outro lado do mar e Pompeia no caminho, saindo de Nápoles. É viagem de abril a outubro: no inverno muitos hotéis fecham e os barcos rodam bem menos.
Assis e San Giovanni Rotondo: Assis, a cidade de São Francisco, fica na Úmbria e entra com um desvio no trajeto entre Roma e Florença; San Giovanni Rotondo, onde viveu Padre Pio, fica no sul, na Púlia, e pede pelo menos uma noite. São pedidos frequentes de quem vai pela fé, e a consultora encaixa no roteiro.
Lago de Como: as vilas à beira do lago, Bellagio e Varenna, de trem e barco, saindo de Milão. Dia inteiro, mais bonito da primavera ao começo do outono.
Onde ficar
Em Roma, os hotéis que mais indicamos ficam no centro histórico, perto da Via Veneto ou nos arredores da estação Termini, que é prática para os trens. Em Florença, a poucos passos do Duomo ou da estação de Santa Maria Novella. Em Veneza, na própria ilha, perto de São Marcos ou de Rialto. Em Milão, perto do Duomo ou da estação Central. Quarto em prédio antigo costuma ser pequeno, e a consultora avisa antes. Os hotéis que nossos clientes mais escolhem aparecem nas saídas com data marcada aqui embaixo, com fotos e descrição.
Comer e beber
Em Roma, a carbonara, o cacio e pepe, a alcachofra à judia e a pizza al taglio; em Florença, a bistecca alla fiorentina e a ribollita; em Veneza, os cicchetti, os petiscos dos bacari, com uma taça de vinho; em Milão, o risoto à milanesa e a costeleta. Em todo canto, o gelato e o espresso tomado no balcão. Para beber, o Chianti e o Brunello da Toscana, o Prosecco do Vêneto e o Aperol spritz no fim da tarde. Muitos restaurantes cobram o coperto, uma taxa por pessoa pelo pão e pela mesa, e isso vem na conta.
Quando ir
A primavera (abril a junho) e o começo do outono (setembro e outubro) são as melhores épocas: dias agradáveis e cidades mais fáceis de andar. O verão é quente e é alta temporada, com filas maiores; em meados de agosto, perto do feriado de Ferragosto, muito comércio local fecha. O inverno é frio, principalmente no norte, mas tem menos gente nos museus, o Natal nas cidades e o Carnaval de Veneza, antes da Quaresma. Para a Costa Amalfitana, de abril a outubro.
Antes de ir
Brasileiro não precisa de visto para turismo de até 90 dias a cada 180 no Espaço Schengen, mas precisa de passaporte válido por pelo menos três meses depois da volta e de seguro viagem com cobertura médica mínima de 30 mil euros, exigido para entrar na Europa. Desde outubro de 2025, a entrada e a saída são registradas no sistema eletrônico de fronteira do Espaço Schengen, o EES, com foto e digitais. O ETIAS, a autorização eletrônica que a Europa vai passar a pedir, ainda não tem data para começar: a consultora confere com você o que vale na data da sua viagem. As cidades cobram taxa de turismo por noite, paga direto no hotel. A moeda é o euro, a voltagem é 230V e as tomadas são de dois ou três pinos redondos.
O que a Oito resolve para você
O aéreo saindo de Confins, chegando por uma cidade e voltando pela outra; os hotéis em cada parada; os trens rápidos entre as cidades; o transfer do aeroporto; os ingressos com hora marcada do Coliseu, do Vaticano, dos museus de Florença e da Santa Ceia, conforme a disponibilidade da sua data; os passeios com guia, em português quando houver; o seguro viagem; e, se a ideia é juntar Paris, Portugal ou a Grécia, a ordem dos países. Você fala com uma consultora só, do orçamento até a volta, e, se precisar de alguma coisa durante a viagem, é só chamar pelo WhatsApp.
Perguntas frequentes
Quantos dias preciso para a Itália?
Dez noites é o mais comum para Roma, Florença e Veneza com calma. Com uma semana, dá para Roma e Florença; com quatorze ou mais, entra Milão, a Toscana ou a Costa Amalfitana.
Tem voo direto de BH para a Itália?
Não. A viagem tem uma conexão, normalmente em São Paulo, de onde saem voos diretos para Roma e Milão, ou em Lisboa. A consultora compara as opções para a sua data.
Precisa de visto?
Não, para turismo de até 90 dias. Precisa de passaporte válido e de seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros. A consultora confere os documentos com você antes do embarque.
Dá para ir ao Vaticano e a San Giovanni Rotondo?
Dá. O Vaticano entra em qualquer roteiro por Roma; Assis entra com um desvio pela Úmbria, a caminho de Florença; San Giovanni Rotondo, no sul, pede uma noite a mais. A consultora monta a ordem que faz sentido.
Qual a melhor época para ir?
De abril a junho e em setembro e outubro. No verão fica mais cheio e quente; no inverno faz frio, mas tem menos filas.