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Estados Unidos · Manhattan, Brooklyn e a Estátua da LiberdadePacote Nova York saindo de BH: Times Square, Central Park, os mirantes, a Estátua da Liberdade, a Broadway e as compras, com aéreo, hotel em Manhattan e roteiro montado pela consultora.
Nova York, a New York dos filmes, é a cidade que, ao vivo, ainda surpreende: as luzes de Times Square, o Central Park no meio dos prédios, a vista do alto dos arranha-céus, a Estátua da Liberdade, os museus, os musicais da Broadway e as lojas da Quinta Avenida. Manhattan se percorre a pé e de metrô, e cada bairro tem um jeito, de Midtown ao Village e ao Soho; do outro lado da ponte, o Brooklyn merece um dia.
O pacote Nova York saindo de Belo Horizonte serve para a primeira viagem, para casal, para família com criança e para quem vai às compras. A consultora escolhe o hotel pela localização, perto do metrô e das atrações, monta a ordem dos passeios para não perder tempo atravessando a cidade, orienta sobre os ingressos que pedem reserva e sobre o visto americano, que precisa ser providenciado com antecedência.
Não há voo direto de Confins para Nova York. O caminho mais comum tem uma conexão: em São Paulo, de onde há voos diretos para Nova York o ano todo, no Rio de Janeiro, quando há voo direto na data, ou numa cidade dos Estados Unidos ou no Panamá. O trecho direto do Brasil leva perto de dez horas, em geral à noite, chegando de manhã. A região tem três aeroportos principais, o JFK, o LaGuardia e o Newark, este em Nova Jersey, e a consultora escolhe pelo horário e pelo hotel. Cinco ou seis noites bastam para o essencial na primeira viagem; com sete ou mais, sobra tempo para compras, museus e um dia fora de Manhattan.
Times Square e a Broadway: o cruzamento dos telões, que se vê melhor à noite, e os teatros dos musicais em volta. Ingresso de musical vale comprar com antecedência; alguns têm bilheteria com desconto no próprio dia.
Central Park: o parque no meio de Manhattan, para caminhar, alugar bicicleta ou fazer um piquenique, com o lago, a Bethesda Terrace e o Strawberry Fields. No inverno, tem pista de patinação.
Quinta Avenida e Rockefeller Center: as lojas, a Catedral de São Patrício, neogótica, e o Rockefeller Center, com o mirante Top of the Rock e, no fim do ano, a árvore de Natal e a pista de patinação.
Os mirantes: o Empire State, o Top of the Rock, o Edge, em Hudson Yards, e o Summit, ao lado da Grand Central. Cada um tem uma vista diferente; no fim da tarde, dá para ver a cidade de dia e acesa.
Downtown: o Memorial do 11 de Setembro, Wall Street, o Oculus e a balsa para a Estátua da Liberdade e Ellis Island, que vale reservar com antecedência. Entrar no pedestal pede ingresso específico, e a subida à coroa tem poucos lugares por dia e costuma esgotar com meses de antecedência.
High Line, Chelsea e o Village: o parque suspenso numa antiga linha de trem, o Chelsea Market, o Meatpacking, o West Village e o Soho, com as ruas de prédios baixos, os cafés e as lojas.
Museus: o Metropolitan, um dos maiores do mundo, à beira do Central Park; o MoMA, de arte moderna; o Museu de História Natural, bom para quem vai com criança; e o Guggenheim, com o prédio em espiral.
Brooklyn: a travessia a pé da ponte do Brooklyn, a vista de Manhattan do bairro de Dumbo e as ruas de Williamsburg, com bares, brechós e restaurantes.
Compras: as lojas de departamento de Manhattan e os outlets, como o Woodbury Common, a pouco mais de uma hora de ônibus, para um dia inteiro de compras.
Em Nova York, ficar perto do metrô facilita tudo. Midtown, entre Times Square, a Quinta Avenida e o Central Park, costuma ser a escolha mais prática na primeira viagem: dá para fazer muita coisa a pé. Quem prefere uma Nova York mais de bairro fica no Village, em Chelsea ou no Soho. Quarto de hotel em Manhattan costuma ser pequeno; a consultora avisa antes e busca hotéis com quartos maiores para família. Entre os que já incluímos em viagens de clientes estão o Sheraton Times Square, o Park Central, o Westin Grand Central, o Pestana Park Avenue e o Thompson Central Park.
Em Nova York se come bem a qualquer hora: o pedaço de pizza na rua, o bagel com cream cheese no café da manhã, o pastrami das delicatessens, o hambúrguer, os food halls como o Chelsea Market, os restaurantes de todas as cozinhas do mundo e as steakhouses. O imposto costuma ser somado na conta, e em restaurante com serviço à mesa a gorjeta é esperada, em geral entre 18% e 20%; confira antes se ela já veio incluída.
Na primavera e no outono a cidade é boa para andar a pé: maio e outubro costumam ter as temperaturas mais amenas, com as flores do Central Park na primavera e as folhas vermelhas no outono; abril e novembro ainda podem ser frios. O verão, de junho a agosto, é quente e úmido, com eventos ao ar livre. O fim do ano, do Dia de Ação de Graças, no fim de novembro, até o Ano-Novo, é a época das vitrines, das árvores de Natal e das pistas de patinação, e vale reservar com antecedência, principalmente para o Natal e o Réveillon. Janeiro e fevereiro são frios, às vezes com neve, e a cidade fica mais vazia.
Brasileiro precisa de visto americano para entrar nos Estados Unidos, com passaporte válido. O pedido costuma exigir entrevista no consulado, e em São Paulo e no Rio a espera para agendar passa de alguns meses: quem já tem visto confere a validade, e quem não tem começa por ele antes de fechar as datas. A consultora orienta sobre o pedido, mas a análise é do consulado. O seguro viagem não é exigido na entrada, mas recomendamos sempre, porque atendimento médico nos Estados Unidos é muito caro. A moeda é o dólar, e cartão funciona em quase tudo; no metrô, dá para pagar a passagem encostando na catraca o cartão de crédito ou de débito com aproximação, ou o celular. As tomadas são para plugue de pinos chatos, diferente do brasileiro, e a voltagem é 120V: leve adaptador e confira se os carregadores são bivolt.
O aéreo saindo de Confins, com a conexão que faz mais sentido para a sua data; o hotel em Manhattan, perto do metrô; o transfer do aeroporto; os ingressos dos mirantes, da Estátua da Liberdade, dos museus e dos musicais; os passeios com guia em português, quando houver; o seguro viagem; e, se a ideia é juntar Orlando, Miami ou Washington, a ordem das cidades. Você fala com uma consultora só, do orçamento até a volta, e, se precisar de alguma coisa durante a viagem, é só chamar pelo WhatsApp.
Tem voo direto de Belo Horizonte para Nova York?
Não. De Confins, o caminho mais comum tem uma conexão: em São Paulo, de onde há voos diretos o ano todo, no Rio, quando há voo direto na data, ou numa cidade dos Estados Unidos ou no Panamá.
Precisa de visto para Nova York?
Sim. Brasileiro precisa de visto americano e passaporte válido. A entrevista no consulado pode ter fila de meses, então vale começar cedo.
Quantos dias tem o pacote Nova York saindo de BH?
Cinco a sete noites é uma boa medida. Na primeira viagem, cinco ou seis bastam para os principais pontos; com sete ou mais, entram compras, museus e o Brooklyn com calma.
Qual a melhor região para ficar?
Midtown, perto de Times Square e do Central Park, é a mais prática na primeira viagem. Para uma Nova York mais de bairro, o Village, Chelsea ou o Soho.
Quando é melhor ir?
Maio e outubro costumam ter o clima mais agradável para andar a pé. No fim do ano, com o Natal, a cidade fica mais enfeitada e mais cheia.
Manhattan, o Central Park, a ponte do Brooklyn e a Estátua da Liberdade.









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