Pacote Bariloche saindo de BH: como é a viagem
Não há voo direto de Confins para Bariloche. No inverno, entre meados de junho e agosto, as companhias costumam operar voos diretos de Guarulhos e de Campinas para Bariloche, e de Belo Horizonte a viagem tem uma conexão: os voos saem de Confins de madrugada ou no começo da manhã e chegam a Bariloche no fim da tarde. Fora do inverno, a conexão costuma ser em Buenos Aires. O aeroporto fica a uns quinze quilômetros do centro. Quatro noites bastam para os principais passeios e um dia na neve; com sete, os passeios ficam mais folgados e sobra tempo para esquiar mais dias ou fazer a Rota dos Sete Lagos.
Bariloche, de perto
Centro Cívico e rua Mitre: a praça cercada de prédios de pedra e madeira, perto do lago, e a rua Mitre, cheia de lojas de chocolate. Perto dali fica a Catedral de Nossa Senhora do Nahuel Huapi, de pedra, com vista para o lago.
Circuito Chico: o passeio clássico pela margem do lago, com o Ponto Panorâmico, a capela de São Eduardo e a vista do hotel Llao Llao, na península do mesmo nome. Dá para fazer de carro, de excursão ou em parte de bicicleta.
Cerro Campanario e Cerro Otto: a cadeirinha do Campanario sobe até um mirante com vista para os lagos e as montanhas. No Cerro Otto, o teleférico leva à confeitaria giratória no alto; em outro setor do mesmo cerro, com acesso próprio pela estrada, fica o parque Piedras Blancas, bom para brincar na neve sem esquiar.
Neve e esqui no Cerro Catedral
Cerro Catedral: pistas para todos os níveis, escola de esqui e de snowboard com aulas para crianças e iniciantes, e aluguel de roupa e equipamento na base. A temporada costuma abrir entre o fim de junho e o começo de julho e ir até setembro, mas abertura e fechamento dependem da neve de cada ano, e não há como garantir neve numa data específica: a consultora acompanha as condições perto da viagem. Quem não esquia pode subir aos mirantes da montanha e almoçar lá em cima.
Roupa de neve: não precisa comprar. Em Bariloche se aluga jaqueta, calça, luva e bota por dia, e a consultora indica onde e já pode deixar incluído no pacote.
Lagos e passeios mais longos
Isla Victoria e Bosque de Arrayanes: passeio de barco pelo Nahuel Huapi, saindo de Puerto Pañuelo, até a Isla Victoria e o bosque de arrayanes da península de Quetrihué, com as árvores de tronco cor de canela.
Rota dos Sete Lagos: a estrada até San Martín de los Andes, passando por Villa La Angostura e por uma sequência de lagos entre montanhas. É um dia inteiro de passeio; na primavera e no outono, a paisagem ganha outras cores.
Cerro Tronador: excursão de dia inteiro até o pé da montanha e o Ventisquero Negro, a geleira escura, conforme as condições da estrada.
Colonia Suiza: o vilarejo dos primeiros imigrantes, com feira de artesanato e o curanto, o cozido feito em buraco no chão, que costuma acontecer às quartas e aos domingos; a consultora encaixa no roteiro.
Onde ficar em Bariloche
No centro, os hotéis ficam perto da rua Mitre, dos restaurantes e da saída das excursões, e é a escolha mais prática para quem não vai alugar carro. Ao longo da avenida Bustillo, à beira do lago, há hotéis com vista e em áreas mais tranquilas. Entre os que já incluímos em pacotes estão o Rochester, o Design Suites, o Huinid Bustillo, o Radisson Blu, o Sheraton, o Alma del Lago, o Hampton by Hilton e o Villa Sofia.
Comer e beber
Na mesa, cordeiro patagônico assado, truta dos lagos, fondue de queijo e de chocolate nos dias frios e as frutas vermelhas da região, em doces e geleias. Bariloche é conhecida como a capital do chocolate da Argentina, e a rua Mitre tem uma loja atrás da outra. A cidade tem também muitas cervejarias artesanais, e os vinhos argentinos, sobretudo o malbec, aparecem em quase toda carta.
Quando ir a Bariloche
O inverno, de julho a setembro, é a época da neve e do esqui; julho coincide com as férias escolares no Brasil e na Argentina e é o mês mais cheio, então vale reservar com antecedência. A primavera, de outubro a novembro, tem flores, dias longos e neve ainda nos picos. O verão, de dezembro a março, é a época dos lagos, das trilhas, dos passeios de barco e das praias de pedra do Nahuel Huapi. O outono, de abril a maio, tem os bosques amarelos e vermelhos e a cidade tranquila.
Antes de ir
Brasileiro não precisa de passaporte para a Argentina: entra com o RG em bom estado e com foto que permita reconhecer o titular, com a nova Carteira de Identidade Nacional ou com o passaporte válido, sempre o documento físico. A versão digital no celular não é aceita, e a CNH também não. Menor de 18 anos viajando sem um dos pais, ou sem os dois, precisa de autorização de quem não vai, com firma reconhecida ou já registrada no passaporte; a consultora confere os documentos antes do embarque. A Argentina passou a exigir seguro saúde de turistas estrangeiros, e o atendimento comum em hospital público passou a ser cobrado deles, com exceção das emergências: o seguro viagem entra no pacote. A moeda é o peso argentino; como o câmbio lá muda com frequência, a consultora orienta sobre o melhor jeito de pagar na data da viagem. A voltagem é 220V, e a tomada mais comum é a de três pinos chatos: leve adaptador e confira se os carregadores são bivolt.
O que a Oito resolve para você
O aéreo saindo de Confins, com a conexão que faz mais sentido para a sua data; o hotel no centro ou à beira do lago; o transfer do aeroporto; os passeios, como o Circuito Chico, a Isla Victoria e a Rota dos Sete Lagos; o dia no Cerro Catedral, com roupa de neve, equipamento e aula de esqui; e o seguro viagem. Você fala com uma consultora só, do orçamento até a volta, e, se precisar de alguma coisa durante a viagem, é só chamar pelo WhatsApp.
Perguntas frequentes
Tem voo direto de Belo Horizonte para Bariloche?
Não. De Confins a viagem tem uma conexão, em São Paulo ou Campinas no inverno e em Buenos Aires no resto do ano; saindo de madrugada, se chega no fim da tarde.
Quando tem neve em Bariloche?
A temporada de esqui costuma ir do fim de junho ou começo de julho até setembro, e a segunda metade de julho e agosto costumam ter as melhores condições. A neve muda de um ano para outro, e a consultora acompanha as condições perto da data.
Precisa de passaporte para Bariloche?
Não. O RG em bom estado ou a Carteira de Identidade Nacional, físicos, bastam. O seguro viagem é exigido pela Argentina e já entra no pacote.
Quantos dias tem o pacote Bariloche saindo de BH?
O mais comum é de quatro noites, com o Circuito Chico, a Isla Victoria, o Cerro Campanario e um dia na neve. Com sete, dá para esquiar mais dias e fazer a Rota dos Sete Lagos.
Bariloche é bom para criança?
É. O Cerro Catedral tem escola de esqui para crianças, e o parque Piedras Blancas, na encosta do Cerro Otto, tem brincadeiras na neve para quem ainda não esquia.