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Caribe · Willemstad, praias e mergulhoO casario colorido de Willemstad, praias de água transparente, tartarugas que muitas vezes nadam perto da praia e voo direto de Confins nas temporadas de férias.
Curaçao é uma das ilhas holandesas do Caribe, um país autônomo do Reino dos Países Baixos pertinho da costa da Venezuela: a capital, Willemstad, tem o casario colorido da beira d'água, a ponte flutuante e o centro histórico que é Patrimônio da Humanidade; em volta, são dezenas de praias pequenas de água transparente, várias boas para mergulho de máscara, onde é comum ver peixes e, com sorte, tartarugas. A ilha fica fora da rota principal dos furacões, e o sol aparece quase o ano inteiro.
O pacote Curaçao saindo de BH tem uma vantagem rara no Caribe: nas temporadas de férias, a Azul costuma operar voo direto de Confins, com cerca de seis horas. A consultora confere as datas desse voo, escolhe o hotel pelo seu perfil, na cidade ou num resort de praia, e resolve transfer, carro e passeios.
Nas férias de julho e de fim de ano, a Azul costuma ter voo direto de Confins para Curaçao, com cerca de seis horas; fora dessas épocas, a viagem tem conexão, normalmente no Panamá, pela Copa, e a consultora confere a melhor combinação para a sua data. O aeroporto fica a uns quinze minutos de Willemstad. Sete noites é uma boa medida: dois dias na cidade, três ou quatro de praia e um de barco até Klein Curaçao. Para rodar pelas praias, o mais prático é alugar carro: as estradas são simples e a ilha é pequena.
Punda e Otrobanda: os dois lados do centro histórico, separados pelo canal. Em Punda fica a Handelskade, a fileira de casas coloridas na beira d’água que é o cartão-postal da ilha, com as ruas de lojas e cafés; em Otrobanda, as vielas antigas e os murais de arte de rua. Os dois lados se ligam pela Ponte Rainha Emma, uma ponte flutuante de pedestres que abre de lado para os navios passarem.
Pietermaai: o bairro dos casarões restaurados, com restaurantes e bares, onde fica a vida da noite.
Os fortes: o Rif Fort, à beira-mar, com lojas e restaurantes, e o Forte Amsterdam, onde fica o governo. Muita gente faz a cidade a pé num dia.
Oeste da ilha: é onde ficam as praias mais bonitas. Grote Knip, ou Kenepa, a mais famosa, de areia branca entre as pedras; Playa Lagun e Playa Piskado, onde as tartarugas nadam perto dos barcos de pescador; Cas Abao e Porto Mari, com estrutura de cadeiras e bar; e Playa Forti, com o restaurante no alto do penhasco. Vale levar máscara de mergulho, porque o mar é calmo e a água é muito clara.
Klein Curaçao: a ilhota deserta a umas duas horas de barco, com farol abandonado, areia branca e tartarugas. É o passeio de dia inteiro mais conhecido, e o mar no caminho pode balançar.
Mergulho: Curaçao é dos melhores lugares do Caribe para mergulho com cilindro, com recifes perto da costa e o barco naufragado Tugboat, que dá para ver até de máscara.
Parque Shete Boka e Christoffel: o litoral norte, de ondas fortes batendo nas grutas de pedra, e o parque do Monte Christoffel, o ponto mais alto da ilha, com trilha de manhã cedo.
Flamingos e cavernas: as salinas de Sint Willibrordus, onde os flamingos se juntam, e as Cavernas de Hato, perto do aeroporto.
Licor Curaçao: a destilaria Landhuis Chobolobo, numa casa colonial, onde se faz o licor azul que leva o nome da ilha.
Os hotéis se dividem em dois grupos. Em Willemstad e arredores ficam os hotéis de cidade, perto de Punda e Otrobanda, os hotéis-butique de Pietermaai e os resorts de praia de Piscadera, do Rif Fort e de Jan Thiel, alguns com sistema tudo incluído; entre os que já montamos para clientes estão o Dreams Curaçao, o Mangrove Beach Corendon e o Papagayo Beach. No oeste, longe da cidade, ficam as pousadas e os hotéis perto das praias mais bonitas, para quem quer sossego. A consultora indica pelo seu perfil.
A cozinha da ilha mistura a holandesa, a caribenha e a venezuelana: o keshi yená, queijo recheado assado; o peixe fresco com funchi, o angu deles; o stobá, ensopado de cabrito; e o pastechi, pastel frito vendido em toda esquina. O Plasa Bieu, o velho mercado de Punda, serve almoço de comida caseira em mesas compridas. Para beber, a cerveja Amstel Bright e o licor Curaçao.
Curaçao funciona o ano inteiro: faz calor, com vento constante, e chove pouco. De fevereiro a junho costuma ser o período mais seco, e o Carnaval da ilha cai em fevereiro ou março. De outubro a dezembro chove mais, em pancadas rápidas. Como a ilha fica abaixo da rota principal dos furacões, raramente é atingida por eles. Julho e o fim de ano são as épocas do voo direto e as mais cheias para quem sai do Brasil.
Brasileiro não precisa de visto para turismo; precisa de passaporte válido, passagem de volta e do cartão de imigração digital, preenchido online antes de embarcar. Curaçao também pede o Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela de quem chega do Brasil, com a vacina tomada pelo menos dez dias antes da viagem. A moeda é o florim do Caribe, mas o dólar americano é aceito em quase todo lugar, e o cartão de crédito funciona bem. A voltagem é de 110 a 127V, com tomada de pinos chatos, como a americana. O seguro viagem é recomendado. A língua local é o papiamento, mas quase todo mundo fala inglês e espanhol.
O aéreo saindo de Confins, no voo direto quando ele opera na sua data; o hotel na cidade ou na praia; o transfer ou o carro alugado; o barco para Klein Curaçao e os passeios; o seguro viagem. Você fala com uma consultora só, do orçamento até a volta, e, se precisar de alguma coisa durante a viagem, é só chamar pelo WhatsApp.
Tem voo direto de BH para Curaçao?
Nas temporadas de férias, em julho e no fim de ano, a Azul costuma operar voo direto de Confins, com cerca de seis horas. Fora delas, a viagem tem conexão. A consultora confere a sua data.
Precisa de visto?
Não, para turismo. Precisa de passaporte válido, do certificado de vacina contra a febre amarela e de preencher o cartão de imigração digital antes de embarcar.
Quantos dias ficar?
Sete noites dão para a cidade, as praias do oeste e o passeio de barco a Klein Curaçao. Com cinco, dá para o essencial.
Precisa alugar carro?
Não é obrigatório, mas ajuda muito: as praias mais bonitas ficam a meia hora ou uma hora da cidade, e táxi sai caro. Para quem não quer dirigir, a consultora monta os passeios com transporte.
Qual a melhor época?
O ano inteiro. De fevereiro a junho costuma ser mais seco; julho e o fim de ano têm o voo direto e ficam mais cheios.
Willemstad, as praias e o mar de Curaçao.








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