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Japão · Tóquio, Quioto, Osaka e o Monte FujiTóquio, os templos de Quioto, Osaka, o Monte Fuji e as cerejeiras, com aéreo saindo de BH, trem-bala entre as cidades e roteiro montado com calma pela consultora.
Tóquio tem o cruzamento de Shibuya, os templos de Asakusa e bairros que funcionam de madrugada. Quioto guarda os santuários, os jardins e o bairro de Gion. Osaka é a cidade da comida de rua, e o Monte Fuji fica no meio do caminho. Entre elas se vai de trem-bala: de Tóquio a Quioto, o mais rápido leva cerca de duas horas e dez.
O pacote Japão saindo de BH pede mais planejamento que uma viagem para a Europa: o voo é longo, a língua é outra e cada cidade tem o seu jeito de funcionar. É aí que a consultora ajuda: monta a ordem das cidades, escolhe os hotéis perto das estações, resolve o trem, orienta a compra dos ingressos que pedem reserva, alguns bem disputados, e indica a melhor época para o que você quer ver, das cerejeiras na primavera às folhas vermelhas do outono.
Não há voo direto do Brasil para o Japão. Saindo de Confins, a viagem costuma ter duas conexões, normalmente em São Paulo e numa cidade no meio do caminho: Dubai ou Doha, no Oriente Médio, uma cidade da Europa, ou uma dos Estados Unidos, que exige visto americano mesmo só para a conexão. Somando tudo, a ida passa de um dia inteiro de viagem, e a consultora procura a combinação com menos espera entre os voos. Pelo cansaço da viagem e pela diferença de fuso, de doze horas, o primeiro dia rende pouco. Doze noites é uma boa medida para a primeira viagem: cinco em Tóquio, com um dia no Monte Fuji ou em Hakone, quatro em Quioto, com Nara, e três em Osaka, com Hiroshima. O mais prático é chegar por Tóquio e voltar por Osaka, sem refazer o caminho.
Shibuya e Shinjuku: um dos cruzamentos mais movimentados do mundo, os mirantes no alto dos prédios e as ruelas de bares pequenos de Shinjuku. É a Tóquio das luzes, que se vê melhor à noite.
Asakusa: o templo Senso-ji, o mais antigo da cidade, com a rua de lojinhas na entrada, e a Tokyo Skytree do outro lado do rio Sumida.
Harajuku e Meiji Jingu: o santuário no meio de um bosque e, saindo dele, a rua Takeshita, com a moda jovem e os doces coloridos.
Ginza, Akihabara e Tsukiji: as lojas de departamento de Ginza, os eletrônicos e os animes de Akihabara e o café da manhã de peixe fresco no mercado externo de Tsukiji. Para quem vai com criança, Tóquio tem ainda a Disney e o museu Ghibli, que pede ingresso comprado com bastante antecedência.
Quioto: a antiga capital, com mais de mil templos e santuários. Os portões vermelhos do Fushimi Inari, o Pavilhão Dourado, o bosque de bambu de Arashiyama e o bairro de Gion, onde ainda se veem gueixas no fim da tarde nas ruas principais; as vielas particulares são fechadas a turistas, e a cidade pede para não abordar nem fotografar as gueixas de perto. Os pontos famosos lotam cedo: vale começar o dia antes das oito. Quatro noites dão conta da cidade sem pressa.
Nara: a uns 45 minutos de Quioto, com o grande Buda do templo Todai-ji e os cervos soltos no parque, que fazem reverência por um biscoito. Meio dia basta.
Osaka: a cidade de comer, com Dotonbori e as suas placas de neon, o castelo e o Universal Studios Japan. Dela saem os passeios a Hiroshima, com o Memorial da Paz, e à ilha de Miyajima, com o portal dentro do mar.
Monte Fuji e Hakone: a montanha vista do lago Kawaguchiko ou das águas termais de Hakone, a cerca de duas horas de Tóquio. O Fuji gosta de se esconder atrás das nuvens: a visibilidade costuma ser melhor no inverno e no começo da manhã. A subida até o topo só é aberta de julho ao começo de setembro, com cadastro e taxa.
Ryokan e onsen: uma noite numa pousada tradicional, com tatame, quimono, jantar de vários pratos e banho nas águas termais. Cabe em Hakone ou em Quioto.
Nagasaki: a cidade onde o catolicismo chegou ao Japão e resistiu escondido por mais de dois séculos. Tem o Monumento aos 26 Mártires, crucificados ali em 1597, entre eles São Paulo Miki; a Basílica de Oura, de 1864, onde em 1865 os cristãos escondidos se revelaram a um padre francês; a Catedral de Urakami, reconstruída depois da bomba de 1945; e o Parque da Paz. As igrejas e vilas dos cristãos escondidos da região são Patrimônio da Humanidade. Fica no sul, na ilha de Kyushu, a umas quatro horas de trem de Osaka, e pede pelo menos duas noites.
Alpes japoneses: Takayama, com a cidade velha de madeira, e Shirakawa-go, a vila de casas de telhado de palha, para quem tem mais dias e quer ver o Japão do interior.
No Japão, o hotel bom é o hotel perto da estação. Em Tóquio, os que indicamos ficam em Shinjuku, Shibuya, Ginza ou perto da estação de Tóquio; em Quioto, perto da estação central ou do centro, entre Shijo e Gion; em Osaka, em Namba ou Umeda. Quarto de hotel japonês costuma ser pequeno, bem menor que o padrão brasileiro, e a consultora avisa antes e procura os de quarto maior quando faz diferença. Mala grande vai melhor por transporte de bagagem entre as cidades, o takkyubin, do que no trem-bala.
O sushi e o sashimi de verdade, no balcão; o ramen, que cada cidade faz de um jeito; o tempurá, o yakitori dos bares de espeto e o wagyu; em Osaka, o takoyaki e o okonomiyaki; em Quioto, a cozinha kaiseki e o chá verde matcha em todas as formas. As lojas de conveniência, as konbini, salvam qualquer hora do dia. Para beber, o saquê, a cerveja japonesa e o uísque japonês. No Japão não se dá gorjeta, e oferecer pode até ser mal recebido.
A primavera, com as cerejeiras floridas, e o outono, com as folhas vermelhas, são as épocas mais bonitas e as mais disputadas. As cerejeiras costumam florir entre o fim de março e o começo de abril em Tóquio e Quioto, e a data muda um pouco a cada ano; as folhas do outono, de meados de novembro ao começo de dezembro. De junho a meados de julho é a estação das chuvas, o verão é quente e úmido, e os tufões são mais frequentes em agosto e setembro. O inverno é frio e seco, com céu limpo e o Fuji mais visível, e é a época da neve no norte. Na Golden Week, entre o fim de abril e o começo de maio, os próprios japoneses viajam e tudo lota.
Brasileiro não precisa de visto para turismo de até 90 dias: a isenção foi prorrogada até setembro de 2029, mas vale só para o passaporte eletrônico, o que tem o chip na capa. Quem tem passaporte sem chip, como o de emergência, precisa pedir visto antes. A conexão também conta: passar pelos Estados Unidos exige visto americano. O Japão prevê criar até o começo de 2029 uma autorização eletrônica de viagem, o JESTA; a consultora confere o que vale na data da sua viagem. O seguro viagem não é exigido na entrada, mas recomendamos sempre, porque atendimento médico lá é caro. A partir de novembro de 2026, a compra sem imposto vira reembolso: paga-se o imposto na loja e a devolução vem depois que a alfândega confirma, na saída do país, que os produtos estão indo embora com você. A consultora explica como funciona na sua data. A moeda é o iene, e o dinheiro em espécie ainda é usado em muitos lugares pequenos; a tomada é de dois pinos chatos e a voltagem é 100V.
O aéreo saindo de Confins, com as conexões que fazem mais sentido para a sua data; os hotéis perto das estações; o trem-bala entre as cidades e a conta de quando o passe de trem compensa; o transfer do aeroporto; o ryokan, os ingressos que pedem reserva com antecedência e os passeios com guia, em português quando houver; o seguro viagem; e, se a ideia é juntar a Coreia do Sul ou Dubai na volta, a ordem dos países. Você fala com uma consultora só, do orçamento até a volta, e, se precisar de alguma coisa durante a viagem, é só chamar pelo WhatsApp.
Quantos dias preciso para o Japão?
Doze noites é o mais comum para Tóquio, Quioto e Osaka, com o Monte Fuji e Hiroshima. Com dez, dá para o essencial; com quinze ou mais, entram os Alpes japoneses ou uma noite de ryokan a mais.
Precisa de visto para o Japão?
Não, para turismo de até 90 dias, com passaporte eletrônico, o do chip na capa. Se a conexão for nos Estados Unidos, precisa do visto americano.
Quanto tempo de voo?
Não há voo direto do Brasil. Com as conexões, a ida passa de um dia de viagem. A consultora busca as combinações com menos espera, pelo Oriente Médio, pela Europa ou pelos Estados Unidos.
Qual a melhor época para ir?
Na primavera, com as cerejeiras, entre o fim de março e o começo de abril, e no outono, com as folhas vermelhas, em novembro. São as épocas mais disputadas: o hotel precisa ser reservado com bastante antecedência.
Dá para incluir Nagasaki e os lugares católicos?
Dá. Nagasaki fica no sul e entra no fim do roteiro, depois de Osaka e Hiroshima, com duas noites a mais. A consultora monta a ordem e os trechos de trem.
Precisa falar japonês?
Não. Nas cidades grandes, as estações e as placas têm inglês, e o transporte é fácil de usar. A consultora ajuda a montar o roteiro com as estações e os trechos de trem.
Tóquio, Quioto, o Monte Fuji e as cerejeiras.









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